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14/11/2018 | Rações C.Vale: Gado confinado, ganho potencializado

Pecuarista aposta no confinamento para acelerar engorda de animais

No estado que possui o quarto maior rebanho bovino do Brasil, criadores estão apostando na criação intensiva para melhorar a rentabilidade da pecuária. Na Fazenda Tivoli 1, localizada em Iguatemi, mais próxima à próxima à sede do município de Naviraí, aproximadamente 1.400 hectares são destinados às pastagens para o rebanho de Nelore e Aberdeen Angus em sistema de cria, recria e engorda. Henrique Batassa e a mãe Fernanda optaram pelo semi-confinamento. Numa primeira etapa, o gado permanece em campos cultivados com braquiária, MG 4 e MG 5. Quando atingem aproximadamente 400 quilos, os animais passam a receber rações C.Vale. Atualmente, eles mantêm lotes de 150 vacas e 80 bois nesse sistema, alimentando-os com até cinco quilos de rações por dia por um período de até 80 dias, com período de adaptação de 15 a 20 dias. Com o fornecimento de ração, os animais chegam a ganhar até 1,4 quilo por dia. "A ração C.Vale é peletizada, dá menos desperdício no cocho. A entrega não tem igual. Se peço na segunda-feira, na quarta a ração está na fazenda. E o prazo de pagamento também é bom", revela Henrique.

A dieta à base de rações dura 90 dias e faz com que os bois atinjam de 18 a 19 arrobas de peso e as vacas em torno de 15 arrobas. Depois disso, os animais são entregues em um frigorífico a 45 quilômetros da fazenda.

PLANOS

Naturais do estado de São Paulo, os Batassa chegaram ao Mato Grosso do Sul em 1975. Atualmente morando em Dourados, dedicam-se exclusivamente à pecuária, entregando, em média, 650 animais por ano para abate com idade média de três anos. Para dar conta das tarefas, eles empregam quatro funcionários e ainda utilizam a assistência técnica da C.Vale. "O veterinário (Mike Almeida) vem na fazenda, conversa com os peões, orienta sobre a dieta dos animais. É uma assistência muito boa", elogia. Para administrar os negócios, Henrique divide as tarefas com a mãe. Enquanto ele cuida da parte operacional, a mãe é responsável pelas finanças.

Os Batassa têm planos de incrementar a pecuária investindo no confinamento de gado. Para isso, vão construir uma estrutura para alojar de 50 a 80 animais a partir dos dois anos de idade. Henrique explica que pretende manter o gado nesse regime por 90 a 100 dias, encurtando o tempo necessário para chegar ao ponto de abate. Os animais vão comer dez quilos de ração por dia, até alcançar entre 560 e 580 quilos, explica Mike Almeida. Batassa tem um triplo objetivo com o confinamento: "Eu produzo mais animais em uma área menor, reduzo a minha dependência do clima e melhoro a rentabilidade do negócio."

Henrique Batassa, além de cuidar do gado, desde agosto passou a ter afazeres domésticos. A esposa Fernanda deu à luz a Marcelo, o primeiro filho do casal. O novo papai agora está se adaptando à nova vida, mas já está pensando para mais à frente. "Logo, logo, o Marcelo vai comer um bom churrasco", brinca o produtor.

Henrique Batassa: animais Nelore são maioria na fazenda em Iguatemi (MS)

Raio X

Fazenda Tivoli 1

Município: Iguatemi (MS)

Área: 1.411 hectares

Rebanho: 2.100 animais Nelore e Aberdeen Angus

Produção anual: 650 animais

Peso médio de abate: 560 a 580 quilos em peso vivo

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