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18/09/2017 | Família de Catuípe prospera com produção de soja e gado de corte

Uma propriedade a 24 quilômetros da sede do município de Catuípe, no noroeste gaúcho, abriga um casal em que o gosto pelo campo aumenta com o passar dos anos. Para Luíz Auri Visioli e a esposa Clainer, a fazenda é fonte de realizações. O cultivo de soja na região das Missões garantiu uma vida estável ao casal e ajudou no encaminhamento profissional dos três filhos. "Já morei na cidade, mas gosto mesmo é do campo", conta o produtor. Ele revela que os 220 hectares em que cultiva grãos são responsáveis por 90% da renda da família. No verão, a área é toda ocupada pela soja e no inverno ele cultiva 40 hectares de trigo para grãos e pastoreio, e aveia para cobertura de solo.

Descendente de italianos e alemães, Luíz compreende o dialeto vêneto que o repórter da revista C.Vale usa para lhe pedir se gosta de polenta com fortaia (mistura de ovo com salame frito). "De vez em quando a Clainer prepara", conta. Em se tratando de alimentação, matéria-prima para a mais típica comida gaúcha não falta. Os Visioli mantêm em torno de 50 bovinos Red Angus que são engordados à base de aveia e vendidos a um frigorífico da região, mas Luíz reserva alguns animais para garantir carne macia para o churrasco da família. "O gado é pra passar o tempo no inverno", brinca o produtor sobre a atividade que responde por 10% dos rendimentos gerados na propriedade.

Aos 73 anos, Luíz divide as atividades do campo com o genro Odélio Pagliarini. São eles que operam os três tratores e as duas colheitadeiras usados para a produção de grãos. Agora em 2017 eles fecharam a safra de soja com rendimento médio de 66 sacas/hectare, quatro sacas a mais que na temporada anterior. "Foi a melhor safra até hoje", registra o produtor. No entanto, ele tem confiança em ir além. "Dá prá chegar a 70 sacas. Precisa de tecnologia, capricho no plantio e clima", resume o produtor.

 

Luíz Visioli e a agrônoma Letícia Lunelli examinam plantação de soja da última safra

 

C.Vale trouxe segurança

Na sede da fazenda, impecavelmente organizada e limpa, um pomar próximo à residência de Luíz e Clainer garante as frutas ao casal e atrai também os netos. As crianças não só aproveitam as frutas como beliscam as bolachas que a vó sempre tem em casa. A família é formada por três filhos e quatro netos. Jaciela, a filha mais velha, casada com Odélio, vive na mesma propriedade dos pais. Larissa, a segunda, é fisioterapeuta, e Luís Jardel, o mais novo, faz doutorado em Engenharia Química. "A maior alegria é ter uma família unida e sempre disposta a ajudar", diz Clainer, que é professora aposentada.

Bem articulado e de fala mansa, Luíz lembra que o casal começou a vida com 20 hectares, mais tarde comprou outros 80 e aos poucos chegou aos 200 hectares. Juntos há 47 anos, os dois, volta e meia, deixam a pequena Catuípe, de 9.300 habitantes, para conhecer outros lugares. Já estiveram na Alemanha e agora planejam ir à Itália.

Entre um chimarrão e outro, o produtor conta que operava com a Marasca quando a C.Vale baixou de mala e cuia no Rio Grande. O receio inicial com a nova cooperativa ficou para trás. "O Lang (presidente da C.Vale) passa muita confiança. A C.Vale chegou no momento certo para nos dar mais segurança na comercialização e na compra dos insumos", avalia. Ele destaca também o atendimento da unidade de Catuípe. "A equipe é muito boa, nos orienta e acompanha bem a lavoura", conclui.

 

Família Visioli

Luiz e Clainer

Jaciela (filha) e Odélio Pagliarini (genro)

Isadora e Daniela (netas)

Larissa (filha) e Diego da Fontoura (genro)

Bibiana e Nicolas (netos)

Luís Jardel (filho)

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