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28/06/2017 | Agricultura de precisão: potencial máximo

Produtores apostam na agricultura de precisão para aproveitar melhor o potencial do solo

Os associados da C.Vale que adotaram a agricultura de precisão em suas lavouras de soja conseguiram ganhos expressivos de produtividade em relação à media de seus estados. No caso do Paraná, por exemplo, o aumento chegou a 22%, um ganho mais do que suficiente para bancar o investimento. A grande diferença que o serviço oferece em relação ao sistema convencional de produção está no mapeamento do solo, explica Rafhael Crema, responsável pela agricultura de precisão da C.Vale. Com as informações sobre as condições do solo, o produtor pode aplicar os corretivos na medida exata da necessidade de cada talhão. O custo médio do serviço é de uma saca de soja por hectare. "A diferença de produtividade paga o investimento e sobra muito", garante Crema.

Em Mato Grosso do Sul, o associado da C.Vale Gerson Salvadori decidiu recorrer à nova tecnologia para incrementar o desempenho das lavouras de soja e milho. Dos 1.853 hectares da fazenda São João, em Tacuru,, ele fez o mapeamento e a correção do solo em 501 hectares e os resultados já apareceram. O rendimento médio na área de agricultura de precisão passou de 47,5 para 59 sacas de soja por hectare. O incremento foi significativo e estimulou o produtor a utilizar a tecnologia em outros 16 hectares já que a meta é elevar a produtividade média da lavoura para 62 sacas/hectare. Para o milho, que começou a ser cultivado em 2016 e este ano ocupa 121 hectares, o produtor mira em 124 sacas/hectare de rendimento médio.

 

Soja: meta é chegar a 100 sacas por hectare

Em Pérola Independente, município de Maripá (PR), Anuar Naiverth e Francisco Pereira da Cruz também conseguiram ampliar o rendimento médio dos 57 hectares onde cultivam soja e milho. Eles começaram a utilizar a agricultura de precisão em 2011 e de lá para cá realizaram dois mapeamentos e correções do solo. No ano passado, aplicaram cama de aviário no total da área. O resultado do trabalho foi um incremento de 17% na produtividade nos últimos seis anos. Na safra de soja 2016/17, eles conseguiram colher 74,8 sacas/hectare, quase 10% a mais que a média da região. Anuar não se contenta com esse desempenho. "Quero chegar a 100 sacas de soja por hectare e a 165 de milho", revela o produtor. Nos últimos cinco anos, o rendimento médio do milho foi de 110 sacas/hectare.

Em Arapuã, a família Scremin já sentiu os efeitos da agricultura de precisão nos 266 hectares de soja que cultiva no município do centro-norte do Paraná. O rendimento médio da lavoura passou de 59,9 para 76,8 sacas/hectare depois do mapeamento da área e da correção do solo com taxas variáveis de fertilizantes, além do clima, que também foi mais favorável durante a safra 2016/17. Essa produtividade é 16% maior que a média das lavouras de soja da região na última safra. Apesar do incremento, os irmãos Osvaldo, Odivaldo, Odinaldo, Edilaine e a mãe Zuleide Scremin buscam desempenho ainda maior para a cultura. A meta é chegar a 82,64 sacas/hectare, o que lhes permitiria produzir aproximadamente 22 mil sacas na fazenda.

Anuar Naiverth elevou a produtividade da soja em mais de 10 sacas nos últimos seis anos e quer chegar a 100 sacas/hectare

Odivaldo, Edilaine, a mãe Zuleide, Osdinaldo e OsvaldoScremin em frente à sede da Fazenda, em Jardim Alegre

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