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19/07/2016 | Direto da fonte

Família Accetti, de Floresta (PR), fatura com a venda de alimentos caseiros

"Olha a bolacha, pão fresquinho, mandioca descascada e limpinha. Temos também pudim caipira, linguiça, carne de porco, de frango, temperos, conservas, compotas ... é só chegar." Se fosse há alguns anos isso seria necessário para as cunhadas Júlia e Adenilce Accetti atraírem clientes para comprar produtos coloniais. Atualmente é só estacionar a camionete em pontos estratégicos de Floresta (PR) que a freguesia já faz fila. Essa mesma cena se repete aos domingos quando elas vendem seus produtos numa barraquinha na feira do produtor em Ivatuba (PR).

A animada e comunicativa Júlia nem se lembra quando a dupla começou a fazer os quitutes para vender. Tanto ela quanto a cunhada sempre gostaram de cozinhar e fizeram vários cursos para aprimorar os dotes culinários. "De segunda a quinta-feira produzimos tudo pra vender na sexta e no domingo. Se faltar alguma coisa, temos o sábado para repor", explica. Toda a matéria prima vem direto do Sítio São José, de 60 alqueires, localizado nas proximidades da Colônia Mineira. Nessa área vivem 18 pessoas de seis famílias. "É tudo parente", resume Adenilce.

O marido da dona Júlia, o seu Nivaldo e o irmão dela, o Antônio Filho, produzem grãos, principalmente soja e milho, que entregam na unidade da C.Vale de Floresta. O patriarca, o seu Antônio vive com os filhos e netos na propriedade. "Daqui só saímos para a eternidade", brinca dona Júlia, ao revelar que nasceu ali e não pretende se mudar tão cedo. A propriedade está a pouco mais de 10 quilômetros dos municípios de Floresta e Ivatuba. Dona Júlia, que tem dois filhos, três netos e um bisneto, diz que a renda dos quitutes ajuda a manter os gastos das famílias. "Tiramos, em média, R$ 2 mil cada uma por mês", contabiliza Adenilce. Segundo ela, o dinheiro da feira já ajudou ambas a comprar carros e casas na cidade. "Fazemos tudo juntas. Somos mais que cunhadas, somos irmãs", revela dona Júlia.

Comerciantes e cozinheiras de mão cheia, elas aproveitam os contatos para pegar encomendas para festas e eventos em toda a região. A venda geralmente é à vista, mas existem clientes cativos, na caderneta, que pagam certinho. "Na C.Vale mesmo temos um monte de clientes. Quem compra uma vez, vira freguês", diz a brincalhona Júlia.

Antônio Accetti, a nora Adenilce, a cunhada Júlia e o esposo Nivaldo

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