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07/11/2012 | Agroindústrias puxam crescimento da C.Vale

Cooperativa apostou na agroindustrialização para gerar renda e crescer

Superação foi o principal atributo que fez a C.Vale passar de cooperativa regional a empresa de atuação global em 49 anos de existência, completados em 7 de novembro. Fundada em 1963 para resolver problemas relacionados a dificuldades de armazenagem e comercialização da produção, a cooperativa passou seis anos apenas no papel, deslanchou com a construção de unidades no Paraná nas décadas de 1970 e 1980, expandiu-se para o Mato Grosso e Santa Catarina, passou por um período de indefinições e, finalmente, ingressou na era da agroindustrialização. A nova era começou em 1995, com a implantação do Plano de Modernização, que levou à agroindustrialização. A C.Vale construiu o complexo avícola, inaugurando-o em 1997, e colocou em operação uma amidonaria em Assis Chateaubriand, em 2002, para o processamento de mandioca. Ao mesmo tempo, estimulou a produção de leite e suínos. O perfil econômico mudou de cooperativa regional que recebia e comercializava grãos para o de uma empresa agroindustrial de atuação global. “Quando anunciamos a decisão de investir em indústrias houve muita desconfiança e resistência porque a situação financeira não era boa. Primeiro, ajustamos a cooperativa às necessidades de mercado, reduzindo custos. Depois, implantamos indústrias”, lembra o presidente da C.Vale, Alfredo Lang.
Os investimentos melhoraram as condições de vida dos associados e permitiram que muitos filhos de produtores permanecessem na propriedade. A renda extra estimulou os negócios no comércio, gerou milhares de novos empregos e melhorou a arrecadação dos municípios. Paralelamente, a C.Vale cresceu. “A renda gerada pelo frango, leite, suínos e mandioca permitiram que muitos produtores investissem na sua casa, comprassem um carro melhor e pagassem a faculdade dos filhos. Isso aí é minha maior alegria, minha maior recompensa”, declara Lang, que comanda a cooperativa desde 1995. Ele avalia que a diversificação de atividades foi fundamental para o crescimento da C.Vale. “As indústrias impulsionaram o faturamento da cooperativa. Saímos de uma receita de R$ 128 milhões em 1995 para uma expectativa de R$ 3 bilhões agora em 2012, ou seja, 23 vezes mais”, compara. A C.Vale hoje tem 105 unidades de negócio entre recebimento de grãos, lojas de peças e acessórios, indústrias e supermercados.
Lang entende que a cooperativa precisa continuar crescendo porque a C.Vale, atualmente, concorre com empresas globalizadas. “Vamos seguir atentos às oportunidades, seja para ampliar nossa área de atuação, seja para implantar novas indústrias”, resume o dirigente. Ele antecipa que, em 2013, a cooperativa vai investir para agilizar o recebimento e a secagem de grãos, ampliar o abate de frango para 360 mil aves/dia e melhorar a rede de supermercados. “Nossa estratégia é agregar valor para reduzir os riscos climáticos para o associado e para a cooperativa, e garantir uma renda mais estável para todos”, define Lang.

Participação das indústrias no faturamento da C.Vale passou de 0,5% em 1995 para cerca de 25% em 2012


Desempenho da C.Vale 

 Segmento 1994   2012   
 Associados  5.538   13.723   
 Funcionários   564  5.300   
 Faturamento  R$ 128 milhões  R$ 3 bilhões* 
 Produção  682 mil toneladas   2,5 milhões toneladas
 *Estimativa

 

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